sábado, 6 de novembro de 2010

Compartilhando o Amor de Jesus



Leitura Bíblica: João 3.16
Objetivo: Ensinar que o amor de Cristo pode e deve ser partilhado. E que participar da Escola Bíblica Dominical é muito importante e divertido.
Técnica: Contação de história.
Material Necessário: Ilustração para a história que pode ser confeccionada pelo próprio professor.
Reflexão: Ajude o seu aluno a compreender que o amor que Deus nos oferece gratuitamente deve ser compartilhado. Ensine-o a evangelizar.
Dicas para CONTAR HISTÓRIAS
Seja em um culto infantil ou em uma sala de aula, é necessário primeiro envolver a atenção da criança de uma maneira lúdica.
Antes de começar a história crie para a criança um clima de segurança, de confiança e amizade. A criança precisa desejar ouvir a sua história.
Uma técnica boa é utilizar perguntas. Para “quebrar-o-gelo” antes de iniciar a pregação para um grupo de crianças desconhecidas, faça alguma brincadeira ou observação saudável. Se a criança sorrir, é porque você está indo pelo caminho certo.
Também procure observar a resposta das crianças durante a história. Elas expressam os sentimentos de uma forma muito genuína e um bom contador de histórias aprende a utilizar a resposta que a criança dá, colocando mais emoção na história que está sendo contada.
Lembre sempre que você está contando a história para um grupo de pessoas! Crianças NÃO são adultos em miniaturas como se acreditava no passado e da mesma forma NÃO são apenas esponjas vazias que só absorvem.
Crianças possuem uma capacidade intelectual e emocional bastante aguçada. Elas estarão ali observando cada gesto e olhar seu, por isso, prepare-se. Se quiser, pode até ensaiar algumas expressões na frente do espelho, irá ajudar a compreender a sua própria comunicação corporal.
Algumas pessoas têm o hábito de fazer careta como se estivessem bravas quando estão ouvindo alguém, e na verdade elas franzem a testa apenas para concentrar a atenção.
Por isso, é necessário que o contador da história esteja consciente de como o seu corpo está expressando os sentimentos narrados e como está respondendo aos comentários e expressões da criança. É como se fosse um ator.
Outro fator importante é a voz. Talvez o mais importante. Se para um adulto já é desagradável ouvir durante muito tempo uma pessoa que fala sempre no mesmo ritmo como fosse um sino, para uma criança é praticamente impossível.
Por isso, não se encabule se houver adultos assistindo a sua história. Faça as caretas e utilize o tom de voz necessário para cada momento. Aumente e abaixe o tom de voz para atrair a atenção e nunca esqueça que todo o seu corpo está presente. A criança está olhando para você. E as crianças são ótimas observadoras.
Se você “entrar” na história enquanto estiver contando poderá ajudá-las a também participar da história.
CONTANDO A HISTÓRIA
Abaixo, um exemplo para introduzir a história. Como o tema é sobre compartilhar o amor de Jesus, você pode pedir que elas compartilhem um abraço e no final da história repita este pedido. Entretanto esta ação irá adquirir maior significado ao final.
Pergunte: (Você pode utilizar as sugestões abaixo)
* Até que número vocês sabem contar? Quem sabe contar até 3? Vamos contar? 1 – 2 – 3 (Conte mostrado nos dedos).
Então incentive as crianças a abraçarem 3 pessoas. Cada pessoa que ela abraçar ela levanta um dedo, no final deve ter 3 dedos levantados. Pergunte: Quem consegue abraçar 3 pessoas e dizer “Jesus te ama”?
Espere as crianças abraçarem e as incentive a retornar ao lugar, pois a história irá começar. Você pode dizer:
_ Agora que todo mundo já se abraçou...já estão preparados para ouvir uma história de amor !
(Desenho: gravura de uma rua escura e que cause razoável sentimento de medo e gravura do Seu Edmundo Bravo)


Essa é a rua do Medo! Ela tem esse nome, pois lá mora um homem muito bravo. Ele não gosta de crianças. Não gosta de brincadeiras. Sempre reclama do barulho que as crianças fazem. Se alguma bola cai no quintal dele, ele fura e devolve a bola furada!
Ele não sai de casa. Ele vive fechado lá dentro. A casa dele está sempre fechada e parece abandonada. O nome deste homem é Seu Edmundo.
• DICA 1: Quando uma história começa carregada de emoção, como esta, procure propor alguns desafios para as crianças durante a contação. Por exemplo, diga que você precisa da ajuda delas para mostrar a próxima gravura ou para chamar os fantoches. Você pode dizer: “_ Ai eu não consigo virar a página...eu preciso de ajuda. Para a página virar as crianças precisam me ajudar...esse papel é teimoso, eu preciso de um sopro, bem forte. Quem consegue fazer? Soprem bem forte! Isso!”. Para a criança será uma maneira de participar da história e com este suspiro profundo você estará incentivando que a criança respire fundo e isto diminuirá o stress e agitação para ajudá-la a se concentrar melhor na mensagem que irá ouvir. Será bem positivo se a incentivar a respirar fundo pelo menos três vezes.
(Gravura de duas crianças. Menino e Menina. Ou utilize dois fantoches).
Nesta rua vivia dois irmãos. O Juca e a Julia. Eles eram crianças muito legais. Eles obedeciam ao papai e a mamãe. Eles brincavam de vários jogos. Eles sabiam fazer pipa. Brincavam de casinha, pulavam corda. De esconde-esconde...
Pergunte: “Qual brincadeira mais eles brincavam?” Pergunte para as crianças e repita as respostas dizendo que os personagens brincavam também das brincadeiras que as crianças estiverem sugerindo para você. Elas ficarão muito felizes de poder participar da história.
O Juca e a Julia tinham sempre que passar pela frente da casa do seu Edmundo. Julia como era mais nova, segurava no braço de Juca, pois tinha muito medo.
Como a rua não tinha saída, eles sempre tinham que passar pela frente da casa do seu Edmundo.
Se eles iam para escola...tinham que passar na frente da casa.
Se a mãe deles pedia para comprar alguma coisa no mercadinho...tinham que passar na frente da casa.
Não tinha como fugir...e eles sempre passavam em silêncio. E Julia sempre ficava agarradinha no braço do irmão Juca. Ele também sentia medo, mas não falava para a irmã para não assustá-la ainda mais.
Um domingo eles foram para a escola dominical.
Pergunte: “Quem participa da escola dominical? O que vocês fazem na EBD? O que aprendem?” Perguntas como esta ajudam as crianças a se identificarem com os personagens da história além de reafirmar a atenção da mensagem.
(Não é necessário fazer uma gravura dos pais deles, pode continuar com a gravura dos dois irmãos).
Os pais do Juca e da Julia se interessavam com o que eles aprendiam. Conversavam com os filhos em casa e com a professora também.
Pergunte: Vocês sabiam que os pais podem ajudar muito ? Podem conversar com os filhos e com a professora, ajudar com oração e com materiais para as aulas!
• DICA 2: Se houver adultos assistindo sua história aproveite para enfatizar a importância da participação dos pais. Você pode fazer os adultos refletirem enquanto pergunta para as crianças: “Quem aqui conta o que aprendeu na escola dominical para o papai e para a mamãe”?

• Curiosidade: Em uma Igreja em que preguei esta história, quando eu fiz esta pergunta uma criança de aproximadamente seis anos falou bem alto: “Minha mãe nem se interessa! Eu até tento falar, mas ela não ouve!”. A Igreja toda começou a rir, e a mãe da criança que estava no fundo da Igreja sorriu e balançando a cabeça confirmou que o menino falava a verdade. Com certeza Deus falou com esta mãe naquele dia. E muitas vezes os pais precisam de um puxão de orelha dos filhos para aprender a ser pais!
Naquele dia, a escola dominical tinha sido muito legal. A professora Mariana ensinou que Jesus morreu na cruz para nos salvar, e cantou uma musica muito legal, que era assim:
“E Deus amou o mundo
de tal maneira, que deu seu Filho.
Para que o mundo
tenha vida eterna!”
• DICA 3: Cantar pelo menos duas vezes . Você pode colocar a melodia que quiser nesta música, pois o importante é a mensagem.
O Juca e a Julia saíram da EBD muito felizes, cantando aquela música. Eles entenderam que Deus amava tanto eles, que entregou Jesus Cristo para morrer na cruz por eles.
(Você pode retornar a gravura dos dois irmãos, ou a utilizar os fantoches)
Os dois estavam voltando para casa, rindo e brincando no cantinho da rua.
Pergunte: “Por que eles andavam no cantinho?” Porque não pode andar no meio da rua! “Quem aqui anda no meio da rua?” Observe se alguém levanta a mão. Geralmente a criança levanta a mão sem prestar muito atenção na pergunta, assim para brincar com aqueles que levantaram a mão nesta pergunta você pode perguntar novamente. Depois apenas responda que é muito perigoso fazer isto e o certo é ir pelo cantinho como os personagens da história.

Então eles estavam indo pelo cantinho da rua quando de repente, a Julia viu a casa do seu Edmundo. Fechou a cara na hora. Ficou triste e com medo. O Juca percebeu a mudança e disse:
_ Mana, não fica com medo.
_ Mas eu to com medo!
Pergunte: “Alguém já sentiu medo? O que é medo? Como é a cara da gente quando a gente tem medo? A Julia estava bem assim”.
Daí o Juca teve uma idéia.
Ele disse:
_ Júlia, por que a gente não canta a música que a professora da escola dominical ensinou?
_ Ca-can-tár? – A Júlia e o Juca estavam passando na frente da casa do seu Edmundo.
E o Juca disse:
_É, quando a gente tem muito medo. A gente tem que cantar, daí o medo vai embora!
Pergunte: Quem aqui gosta de cantar? Vocês sabiam que quando a gente canta músicas da igreja o medo e a tristeza vão embora?
O Juca e a Júlia gostavam muito de cantar. Então eles começaram a cantar bem baixinho.
Pergunte: Vocês lembram da música que eles aprenderam na EBD com a professora Mariana? Me ajudem a cantar, bem baixinho:
“E Deus amou o mundo
de tal maneira que deu seu Filho,
para que o mundo
tenha vida eterna”
Daí a Julia ficou um pouco mais confiante. Sorriu. E resolveram cantar um pouco mais alto.
A Júlia pensou:
_ Já estou perto do portão do seu Edmundo daqui a pouco a gente já passa pela casa dele.
E cantaram:
“E Deus amou o mundo...” (cante refrão completo)
Aí eles estavam na frente do portão e já haviam caminhando metade do percurso faltava só mais um pouquinho pra passar logo pela casa do seu Edmundo. Então eles resolveram cantar mais alto
“E Deus amou o mundo...” (cante com as crianças o refrão completo)
De repente o portão da casa se abriu! Nhéééééééééééc – fez um barulhão. E lá de dentro saiu o seu Edmundo gritando:
_ O que vocês estão falando de mim aí? (Utilize aqui uma gravura do Seu Edmundo bravo e mais adiante uma gravura do Seu Edmundo chorando ao aceitar Jesus).
Júlia que era pequenininha se escondeu atrás de Juca. Ficou com muito medo. Foi um susto grande. E o Juca respondeu:
_ Nós? Falando do Senhor?
E o seu Edmundo disse:
_É , eu escutei vocês cantando o meu nome. Não adianta mentir! Eu escutei.
Foi aí que Juca teve uma idéia. E cochichou no ouvido da Júlia.
• DICA 4: Incentive a criança a cochichar “tictictictic” no o ouvido de outra, isto dá emoção para a história e ajuda a criança a expressar os sentimentos durante a narrativa, além de manter a concentração de todos.
A Júlia sorriu. E o seu Edmundo fez uma cara de bravo:
- O que vocês estão falando aí?
Então, o Juca respondeu.
- Bom Sr. Edmundo nós estávamos cantando uma música com seu nome.
- Uma música?
- É.
- Canta aí então, eu quero ver.
Então os dois deram as mãos. A Júlia apertou a mão do irmãozinho e eles cantaram bem bonito:
E DEUS AMOU O “EDMUNDO”.
DE TAL MANEIRA QUE DEU SEU FILHO
PARA QUE O EDMUNDO
TENHA VIDA ETERNA.
Daí o Seu Edmundo levou um susto e disse:
- O quê? Tem alguém que me ama? Quem? E quem é o filho de Deus? Eu quero saber mais sobre isto. Tim-tim por tim-tim.
Nesse momento Julia olhou para o seu Edmundo e saiu detrás do irmão. Ela viu que ele não era um homem tão mal, ele só não tinha amigos. Daí ela disse:
- É Jesus seu Edmundo. Jesus ama o Senhor!
O seu Edmundo sorriu. Pela primeira vez depois de tanto tempo, tinha ouvido falar sobre amor. Os olhos dele ficaram cheios de lágrima, mas ele estava feliz.
Aí o Juca e a Júlia ficaram ali falando sobre o amor de Jesus. Que Jesus é nosso amigo.
E o seu Edmundo ficou muito feliz. Ele até decidiu ir na igreja naquele dia mesmo, pois queria ouvir mais sobre Jesus.
O tempo passou. E todos ficaram felizes e decidiram mudar o nome daquela rua. Não poderia mais se chamar de rua do medo, pois agora o nome tinha que ser rua do AMOR.
(Fonte: Adaptação de uma história Infantil de autor desconhecido).
Pergunte: Quem é que lembra as três pessoas que abraçou no início da história? Nós abraçamos 3 pessoas e falamos que Jesus amava elas. Agora nós iremos abraçar as mesmas 3 pessoas e dizer: “Eu te amo com o amor de Cristo”.

Lembre sempre de no final de suas histórias fazer o convite:
Existe alguma criança que gostaria de levar para a sua casa o amor de Cristo no coração?
Você quer aceitar Jesus como o seu salvador? Como o rei da sua vida?
Se você quiser venha aqui para frente.
Construindo o material para contar a história :
• Você pode confeccionar com meias 3 fantoches para os personagens principais ou comprar.
• Você pode utilizar desenhos. Para isto irá precisar de:
o Papelão (Para colar na frente o desenho e atrás o texto da história para ir lendo)
o Sulfite, o Papel colorido simples, lã (para cabelos), cola branca ou cola quente, lápis preto e canetinhas.
Dica para o material: Se optar por confeccionar as gravuras. Não utilize muitos desenhos.
• Faça dois desenhos iguais da rua! (RUA DO MEDO- pinte com cores escuras e RUA DO AMOR – pinte com cores claras).
• Faça um desenho com o Juca e a Julia.
• Dois desenhos com o Seu Edmundo (Um bravo e outro chorando de alegria!)
• Se quiser faça um desenho de um coração com a palavra Jesus dentro. Simbolizando o coração do Seu Edmundo ao aceitar Jesus.
Com estas poucas gravuras você pode passar esta mensagem para seus alunos! Lembre-se sempre que o principal está na história e não na beleza das gravuras. Se você orar e se preparar, e contar a história com amor, até mesmo sem gravuras será uma benção.
Pense: O que pode te impedir de contar histórias abençoadas como esta? Só você mesmo! Falta de material lindo e colorido? Falta de uma voz tipo locutor de rádio? Falta do quê? Apenas a falta de fé em Cristo pode impedir um professor de crianças de continuar sua caminhada. Por isso, tenha fé! Compartilhe com as crianças que estão próximas de você o amor de Cristo! E “tudo o que vier a sua mão para ser feito, faça conforme suas forças,porque depois da morte, para onde você vai, não há obras, nem projetos, nem conhecimento,nem sabedoria alguma” (Ecl. 9, 10).
quem me deu esta foi a amiga Ingrid
Profª Glaucia Elisa de Paula Mizuki

A NUVENZINHA TRISTE

 

1-Vocês já olharam o céu? Já viram quantas nuvens? Elas são branquinhas como algodão. A sua casa é no céu. Lá moram muitas nuvens. Elas mudam de forma quando o vento sopra. Elas vão se ajuntando e se parecem com pessoas, animais, árvores, estrelas e com muitas coisas mais. 
Mas havia uma nuvenzinha muito triste. Ela já estava cansada de ser nuvem. Ela não estava feliz por Deus tê-la criado sendo uma nuvem.

2- Então ela viu uma borboleta colorida voando, voando.
E ela pensou:
- Eu poderia ser uma borboleta!
Ela se espichou daqui e dali e...

3- Logo se transformou numa borboleta. Que bom! Agora ela parecia com uma borboleta. Ela podia voar pra lá e pra cá. Mas, a borboleta não podia voar mais alto. E ela então se cansou de ser borboleta.

4- Mais tarde, ela viu um avião a jato voando pelos ares. E ela pensou:
- Eu poderia ser um avião a jato para viajar a muitos lugares!

5- E ela se espichou daqui e dali, transformando-se em um avião a jato. Agora sim ela poderia ser feliz. Afinal, agora ela poderia voar bem alto, conhecer muitos lugares, muitas pessoas. Mas, ela logo se cansou de voar, de ir para longe das outras nuvens. Ela ficava tão sozinha!

6- Então ela viu um balão colorido. Ela ficou impressionada com a altura que ele voava, era tão bonito e voava tão alto! As crianças riam e brincavam com ele, parecendo tão felizes!
A nuvenzinha resolveu então ser um balão.

7- Foi se espichando dali e daqui, até que se transformou num balão. E quando o vento soprava, o balão voava bem alto. Mas ela se cansou de ser balão. As crianças não se alegravam mais com ela!

8- E numa noite, ela viu a lua brilhando no céu. Ela também quis ser lua.
9- Espichou daqui e dali, ela se transformou numa lua bem bonita. Mas, a vida da lua não era muito boa. E, ela, se cansou de ser lua.
A nuvenzinha já estava desanimada por procurar ser tanta coisa e não conseguir ser feliz.
As outras nuvens começaram a conversar com ela, para saber a razão de sua tristeza. Então ela explicou que já havia transformado em tantas coisas e nada havia lhe trazido alegria.

10- Então ela começou a chorar. Suas lágrimas foram caindo, caindo... como gotinhas de água em cima da terra, do campo, das flores e logo o capim foi crescendo e ficando verdinho, as flores foram se abrindo alegrando o jardim.


11- E a nuvenzinha foi ficando alegre e compreendendo como era importante ser uma nuvenzinha. Ela já não queria ser outra coisa. A borboleta, o avião. O balão, a lua, cada um tinha sua função, cada um era importante.
Por isso devemos ser felizes como Deus nos fez. Nós somos importantes também.
A nuvenzinha descobriu como era maravilhoso ser uma nuvem. Deus criou a nuvenzinha para nos dar chuva, que molha a terra, o campo, dando alimento para as pessoas e os animais. Assim através de suas gotinhas ela descobriu que podia alegrar muita gente e se tornou feliz.

Aplicação:
Você criança, não deve fazer como a nuvenzinha. Ficar reclamando de como Deus te criou, querendo ser outras pessoas. Cada um de nós é importante. Mas, se ficarmos reclamando não vamos descobrir o nosso valor. Com certeza você pode dar muita alegria para a sua família, para os amiguinhos, para a igreja e principalmente para Deus.

fonte:recebi de uma amiga Sandra Linhares

JAMAIS ESQUECEREI



Há muito tempo atrás (ou nem tanto), existia o castigo físico nas escolas. Ou seja, professores castigavam com palmatória, açoites, ou qualquer outro castigo físico àquelas crianças que desobedeciam ordens ou tinham um mal comportamento em sala de aula ou durante o recreio.
Ainda que isso fosse terrível, também deu lugar a histórias apaixonantes como a que vou contar para vocês.
Uma escola Impossível de se dar aula
Num pais distante do nosso, existia uma escolinha rural no meio das desérticas montanhas. Era um pequeno vilarejo de agricultores e criadores de gado. Nesta escolinha havia um grave problema. Nenhum professor durava ali mais de um mês. Mas não era por causa do clima, nem das distancias, nem pelo salário (que era muito bom); Qual seria a razão que impedia os professores de permanecer naquela escola? O que vocês acham?
Mas num belo dia, depois de ter ido embora o ultimo professor, chegou um novo professor. Digamos que era o quinto novo professor do ano! Era muito jovem. O pátio da escolinha estava cheio de meninos e meninas de diferentes idades que chegavam dos assentamentos e campos vizinhos à escola.


Quando os meninos enxergaram o professor começaram a rir entre eles e a cochichar.
- Heim, Rafa você viu o pintinho despenado que ta chegando na escola?
- Esse voa hoje mesmo! Gritou outro menino.
- Tranqüilos, rapazes- respondeu Rafael, que parecia ser o líder da turma – vamos dar um pouco de tempo pra ele. Se a gente faz ele voar logo de cara, não teremos com quem nos divertir. Kkkkkkkkkkkk
O jovem professor ouvia tudo desde a sala de aula. Por fim a campainha tocou marcando o inicio das aulas. Umas cinqüenta crianças se precipitaram dentro da sala, gritando e se empurrando agressivamente. Quando todos tomaram seus assentos o professor ficou de pé na frente da sala.
- Atenção! O primeiro sermão do professor! – disse Rafa, gritando para todo mundo ouvir.
As crianças riam ate não poder mais. Mas, para surpresa de todos, o professor não estava bravo, e com muita serenidade disse.
-Muitos pensam que esta escola vai fechar as suas portas. Mas nós conseguiremos que ela funcione muito bem. E para que uma escola funcione bem tem que ter boas leis ou normas de comportamento. E para que sejam leis fáceis de serem respeitadas serão vocês mesmos que as colocarão. Sendo assim podem levantar a mão um a um e ditar as normas da escola…
A sala estava em completo silencio. A surpresa tinha paralisado os alunos.

Passaram alguns minutos no mais completo silencio, até que um corajoso aluno foi o primeiro a levantar a mão e disse:
- Não roubar, professor. Acho que essa deve ser a primeira lei.
- Muito bem! -disse o professor escrevendo no quadro. Alguém mais?

- Não brigar!
- Não falar palavrões!

A turma toda logo se animou e começaram a falar as leis um após o outro.
Terminada a lista no quadro Rafa ficou em pé e gritou:
- Professor, também temos de colocar os castigos para que as leis sejam obedecidas, senão ninguém respeitará as leis!
- Com certeza Rafael! –Respondeu o professor. – Que castigo você colocaria, por exemplo, no caso de que alguém quebre a lei de “NÃO ROUBAR”?
- Dez açoites de vara com as costas nuas, professor! – Disse Rafael rapidamente.
E assim foram estabelecidos os castigos para cada desobediência.
Para espanto de todos, a escola passou a semana sem nenhum problema. As crianças queriam obedecer as suas próprias leis. Além disso, sabiam que o castigo era certo e muito doloroso. Mas um dia, quando tocou a campainha para o recreio, Rafael se levantou para pegar o lanche que tinha deixado numa caixinha na carteira atrás dele. E qual a surpresa! O lanche não estava lá, algum colega tinha pegado.


O rosto de Rafa estava vermelho de raiva, ele apontava para a carteira e gritava com desaforo!
- Alguém roubou meu lanche! Alguém roubou meu almoço! Que a nossa lei o castigue, eu exijo que a nossa lei seja cumprida!


O professor com tristeza ficou de pé e disse:
- Parece que é a primeira lei quebrada. Que pena!
Logo olhando para a classe com pesar e com firmeza disse:
- Aquele que roubou o almoço de Rafael passe adiante e confesse!
Ouve um grande silencio! Ninguém pestanejava! Então o professor tomou a decisão de revistar todas as carteiras e pertences das crianças com o objetivo de achar o culpado.
Quando chegou perto da carteira de Jaime, este se jogou encima dela e dos seus objetos gritando:
- Não, não, nas minhas coisas não!


- Levante-se Jaime! – Ordenou seriamente o professor.
Então revistou os pertences de Jaime e encontrou a caixa do lanche de Rafael. Mas a caixinha já estava vazia.
- Porque você fez isso, filho? – Perguntou o professor.
O menino chorando aos prantos respondeu:
- Eu estava com fome professor… meu pai esta embriagado a muitos dias. E hoje minha mãe não tinha nada para nos dar a comer.
- Porque você não me disse isso antes! Eu teria compartilhado o meu almoço com você! Mas agora é tarde demais! Você roubou e o castigo pela lei quebrada deve ser efetuado!
Venha para frente e tire sua camisa.
Jaime passou para frente chorando desesperado e suplicando dizia:
- Professor, não me faça tirar a camisa, por favor. Posso apanhar com a camisa? Por favor…
- Sinto muito. É parte do castigo! – disse o professor com o coração partido!
Toda a sala estava muda e alguns já estavam com os olhos cheios de lágrimas.
Jaime tirou a camise e
Para espanto de todos, Jaime tinha o corpo coberto de feridas e hematomas, algumas cicatrizes eram antigas e outras pareciam muito recentes… além disso Jaime estava magérrimo! Dava até pra enxergar todos os seus ossinhos.
_O que é isto no seu corpo Jaime? Perguntou o professor completamente abalado.
-É que o meu pai quando chega bêbado em casa fica violento com a gente, e bate na gente! –respondeu Jaime entre soluços e pranto.
Todos estavam chorando agora! A sala inteira sentia muita misericórdia e compaixão pelo coleguinha.
O professor, então, com firmeza e os olhos cheio de lágrimas, pegou a vara, levantou a mão pra começar a aplicar o castigo pela lei quebrada quando…

Do fundo da sala se ouviu uma voz visivelmente quebrantada.
- Castigue-me a mim professor! Eu quero apanhar no lugar do Jaime! Eu pagarei pelo pecado do Jaime! Por favor,professor!
O durão do Rafa correu chorando para frente da sala e já foi abraçando o pequeno Jaime.
-Eu pagarei por você amiguinho, eu pagarei!
Então tirou a camisa e colocou as costas nuas para o professor aplicar o castigo pela lei quebrada.
Comovido, mas com firmeza o professor pegou a vara e cumpriu a lei da sala. Contou dez varadas sobre as costas de Rafa.
Rafael suportou sem nenhuma queixa, nem grito. E quando terminou o castigo em meio a um grande silencio, colocou a camiseta e voltou para sua carteira.
O professor tentava dar aula, mas era muito difícil.

Então se ouviu uma lamentação. Jaime se levantou e correu para a carteira de Rafael e o abraçou chorando.
-Jamais esquecerei o que você fez por mim! Você pagou pelo meu castigo! Você tomou meu lugar! Ninguém nunca fez algo assim por mim! Eu serei o seu amigo para sempre!
O professor pegou um livro enorme e muito bonito e disse comovido:
- Crianças eu quero contar uma historia real de alguém que fez por nos o mesmo que Rafael fez por Jaime. Alguém que tomou o nosso lugar, alguém que pagou o nosso castigo, mas ele não somente apanhou por nós! Ele deu a sua vida, derramou o seu sangue para que nós pudéssemos ter a vida eterna, para sermos curados e vivermos em liberdade. Esta pessoa é Jesus, o filho de Deus.
Então leu na Bíblia o relato Isaías 53:5 e outros textos que falam da morte de Jesus por nós. Depois perguntou para a sala quem queria entregar a sua vida ao Senhor Jesus. E a sala inteirinha levantou a mão, todos queriam esse Deus tão misericordioso que pagou o castigo em nosso lugar.
E você amiguinho, quer entregar a sua vida ao Senhor Jesus hoje?

Esta historia está baseada num relato de Alice Hitchcock adaptada e ilustrada pela Pra Grabriela Pache de Fiúza.Quem me deu esta história foi uma amiga chamada Ingrid

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A BATALHA CONTRA OS AMALEQUITAS





Base Biblica: Êxodo - capitulo 17

Versículo para memorizar:"O SENHOR É MINHA BANDEIRA." - Exodo 17:15

Objetivo da Lição: 
1. A importãncia da União na igreja, paraque la prevaleça na Terra.
2. A importãncia de sermos fiéis a Deus!

A HISTÓRIA

Esta história nos relata mais uma vez a proteção de Deus a Israel, seu povo. Moisés ainda conduzia os israelitas, rumo à Canaã. Nesse tempo, veio Amaleque fazer guerra contra os israelitas. Então, Moisés chamou o seu servidor que se chamava Josué e ordenou que ele escolhesse homens corajosos entre os israelitas, para que pudessem sair e guerrear contra o povo de Amaleque. Estes eram os amalequitas.

E Moisés disse também a Josué, que ele colocaria no alto do monte e teria a vara de Deus em sua mão; aquela com a qual havia realizado vários milagres no Egito, depois que saíram de lá. 
Foi então, que Josué com os homens de guerra e Moisés, Arão e Hur subiram ao monte.
 


Quando Moisés levantava a mão, Israel vencia... - Oh como me cansa suspender esta vara por tanto tempo! (diz Moisés)... Mas quando abaixava a mão, venciam os amalequitas.

Como as mãos de Moisés eram muito pesadas, colocaram uma pedra, para que Moisés apoiasse seus braços nela.

Então Arão e Hur ficavam um de cada lado de Moisés, segurando seu braço levantado.

- Nós o ajudaremos. Não se preocupe! (dizem Arão e Hur) As mãos de Moisés ficaram erguidas até o pôr-do-sol, e Josué e seu povo venceram a batalha

Conclusão:
Então crianças, o Senhor promete que se formos fiéis à Sua Palavra, Ele também nos sustentará em todas as batalhas de nossa vida e conseguiremos vencer as tentações com o poder que vem de Jesus.
Algo muito importante nesta história é a União - para sermos vitoriosos precisamos ter união uns com os outros, pois o povo de isarel só venceu a batalha, porque Arão e Hur mantiam a mão de Moisés erguidas.

HISTÓRIA BÍBLICA: SAMBO

Para o Dia da Bíblia ou outra ocasião (Adaptado)
Versículo para memorizar: Salmos 119:130


Figura 1
Naquele dia, Sambo estava muito contente. Par um menino africano era muito imporante completar 12 anos. Era a primeira vez que o menino ganharia dinheiro e poderia ir sozinho até alguma aldeia a fim de comprar para si o que quisesse. Sambo havia sonhado muito com esse dia. Pensava, pensava e não sabia que presente comprar. Talvez um livro! Mas ainda não tinha aprendido a ler. Numa tribo nativa da África é muito difícil aparecer uma professora. Então, talvez comprasse um brinquedo, daqueles que vira na casa de um menino, seu amigo. Sambo havia ganhado um bom dinheiro e queria comprar algo que pudesse guardar como lembrança daquele dia tão especial e feliz. Ele chegou à aldeia e começou a percorrer as casas de comércio, mas não encontrava nada que gostasse. Ele queria algo que fosse útil. Depois de caminhar por algum tempo, SAmbo deparou-se com um objeto que nunca vira antes.



Figura 2
Mas que seria aquilo? Estava lá, exposto na loja; era a coisa mais estranha e curiosa que ele já vira. Seria brinquedo? Roupa? Para que serviria? Mas achou bonito! Então perguntou o nome daquilo.
- Guarda-chuva? - repetiu ele espantando quando lhe responderam. - Quer dizer que eu compro isso para guardar a chuva dentro?O homem da loja riu.
- Não rapazinho, você compra pra isso guardar você da chuva.
- Puxa, - pensou Sambo - quer dizer que, comprando isso, poderei andar na chuva sem me molhar?
Era muito bom pensar assim, pois quando chovia as crianças da tribo tinham que ficar nas ocas.


Figura 3
Sambo ficou maravilhado e comprou o guarda-chuva.
- Vai ser um sucesso na tribo, pensou ele.
Foi caminhando para casa, pensando no dia em que poderia finalmente usar o seu presente. Olhando para o céu, viu várias nuvens escuras.
- Oba! - pensou ele - antes de chegar em casa poderei usá-lo. Sambo ficou felicíssimo. Não demorou muito e começaram a cair os tão esperados pingos de chuva. O menino sorria de contentamento.
- Pode chover, que agora eu não me molho - pensou ele. Que bom companheiro arrumei!E ele olhava para seu guarda-chuva.


Figura 4
Sambo caminhava e ía ficando molhado pela chuva.
- Epa, o homem da loja mentiu. Comprei isto e ainda estou me molhando.
Algumas pessoas passavam por ele e riam. Sambo pensou:
- Será que é assim que usa? Não, acho que deve ser de outro jeito. Puxa, como sou burro!Ele riu de si mesmo. Havia usado erradamente o guarda-chuva, mas agora sabia usar.

Figura 5
Sambo levantou o guarda-chuva acima de sua cabeça pensando que agora tinha acertado. Vocês acham que agora ele acertou? Claro que não! Continuava errado. Imaginem só, ter uma coisa tão boa e útil e não saber usar! E Sambo foi ficando bravo. Além de se molhar, ainda riam mais dele. Já ia voltar à loja e brigar com o dono, quando uma bondosa senhora o chamou e lhe disse:


Figura 6
"Não é assim meu filho, deixe-me mostrar a você'. E pegando o guarda-chuva de Sambo, ela o abriu. O menino levou um grande susto! Mas depois sorriu, , satisfeito, agradeceu muito à senhora e continuou seguindo seu caminho.


Figura 7
Agora sim! Não caía uma gota sequer na sua cabeça! Sambo seguia para casa cantarolando, muito feliz mas também envergonhado por ter sido tão bobo. Alguma vez já aconteceu algo parecido com você? Você tinha algo, que era útil, mas não sabia usar? (Deixe as crianças comentarem)
Vocês sabiam que muitas vezes algumas crianças e também adultos agem do mesmo modo que Sambo? Têm algo muito mais útil que um guarda-chuva e não sab em usar. Você mesmo pode ter e não estar sabendo usar. do que estou falando?



Figura 8
Da Bíblia, a Palavra de Deus. Ela é a coisa mais útil que podemos ter, é um verdadeiro tesouro. E nós seremos muito tolos se não a usarmos. você sabe como alguém não usa a Palavra de Deus? Primeiro, deixando de lê-la. É na Bíblia que encontramos o caminho de Deus para a salvação, que Ele nos oferece de graça, através de seu Filho Jesus (leia Romanos 6;3. Professor , se há crianças não salvas em sua classe, explique o plano da salvação e faça um apelo). Depois que cremos em Jesus e O recebemos como Salvador, o Espírito Santo vem habitar em nós, e Ele nos ajuda a compreender o que lemos e a lembrar do que aprendemos (João 14:26). Se não lemos a Bíblia, não poderemos lembrar do que ela diz.
Em segundo lugar, não usamos a Palavra de Deus, quando não colocamos em prática o que aprendemos. O versículo que aprendemos hoje nos diz: (Recapitular salmos 119:130). Se você tem ouvido a Palavra de Deus, mas continua mentindo, teimando, falando palavrão, desobedecendo a seus pais, brigando e fazendo tantas outras coisas, você não está usando o "entendimento" que essa Palavra pode lhe dar. Está desperdiçando esse tesouro tão útil que você tem. A Palavra de Deus, que é a verdade, pode fazer de você uma pessoa feliz, mas você precisa tê-la em sua vida e fazer o que ela manda.
Você quer fazer isso agora mesmo?
Peça ao Senhor Jesus que o ajude a ler e praticar diariament eo que Ele mesmo nos diz na Bíblia. (Leve as crianças a orarem silenciosamente)