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sábado, 14 de janeiro de 2012

DEVER DE EDUCAR


            A Constituição da República de 1988 dispõe, no art. 227, que “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à (...) educação”. No mesmo passo, o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90), no art. 33, expressa que “A guarda obriga a prestação de assistência material, moral e educacional à criança ou adolescente”.
            Considerados esses dispositivos, impende avaliar de que maneira os pais (e observemos que, segundo José Outeiral, a cada três bebês nascidos, um não é reconhecido pelo genitor), o Estado e a sociedade em geral podem contribuir para a educação de nossas crianças e adolescentes.
            O processo educacional abrange dois níveis que se complementam, quais sejam, formal e informal. A educação formal corresponde à orientação escolar, e, nesse ponto, cabe:


 1) ao Estado o fornecimento de uma Escola Pública de qualidade, estimulando os alunos a aplicar, em seus cotidianos, os conhecimentos apreendidos nas salas de aula, e,


 2) aos pais, promover a matrícula dos filhos na escola e fiscalizar, de perto, o que lhes está sendo ministrado.

            A educação informal, por sua vez, está vinculada à formação moral, cultural, espiritual, de caráter e personalidade, na qual se adquire “os princípios que nortearão [o nosso] futuro, como a dignidade pessoal, a honestidade, a correção da conduta, o respeito pelo semelhante, a responsabilidade profissional, dentre outras virtudes” (Arnaldo Rizzardo). “As crianças aprendem com os adultos, em geral dentro de casa, as maneiras de reagir à vida e como viver em sociedade. Aprendem as noções de direito e de respeito, de auto-estima, de ética, de moral, de disciplina, de justiça, o lidar com as frustrações e todas as formas de se portar diante da vida” (Haroldo Lopes).

Nesse sentido, a Igreja e outras entidades cristãs tem o dever social de viabilizar o acesso à população, especialmente às crianças em situação de risco, aos valores defendidos na Palavra de Deus, aptos a conduzir a uma educação integral, dentre os quais, destacamos:
 1) importância da família (Sl 127.3 e Pv 22.6); 
2) escolha do caminho do bem, e não do mal (Pv 4.14-19 e Rm 12.21); 
3) buscar a companhia dos sábios (Pv 13.20); 
4) expressar misericórdia (Lc 10.25-37); 
5) amar a Deus e ao próximo (Mt 22.35-40 e 1Jo 4.6-21); 
6) obedecer aos pais, no Senhor (Ef 6.1-4); 
7) dever de sermos exemplo aos educandos (Jo 13.15 e Tt 2.6-8); 
8) dever de correção e disciplina (Pv 3.12 e Hb 12.4-13); 
9) perdoar aos que nos ofendem (Mt 6.12,14-15); 
10) pautar-se na verdade (Jo 8.44); e 
11) ter bons pensamentos e atitudes (Fp 4.8-9).

O próprio Cristo proferiu um maravilhoso ensinamento no Monte (Mt 5.1-2 a 7.28-29), como era seu costume (Mc 10.1).
Contudo, todas as extraordinárias lições acima indicadas podem ficar “no papel” se, efetivamente, não as aplicarmos.
Que o Senhor Deus nos ajude a não sermos apenas leitores, mas praticantes da Sua Palavra (Lc 6.46-49 e Tg 1.22)!

Antonio Carlos da Rosa Silva Junior. Bacharel em Direito, Especialista em Ciências Penais e em Direito e Relações Familiares, Mestrando em Ciência da Religião, Presidente do Projeto Desperta, Membro do Juristas de Cristo e da Coordenação Jurídica Nacional da FENASP, Professor, Escritor, Conferencista e autor do site www.direitoereligiao.com.br. Contato: acarlos_juridico@yahoo.com.br.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A educação e os jovens

 
   Muitos são os dispositivos constitucionais e legais que tratam do dever de educação e sua abrangência, atribuindo a responsabilidade pelo seu cumprimento à família – e observemos que, segundo José Outeiral, a cada três bebês nascidos, um não é reconhecido pelo genitor –, à sociedade e ao Estado (p. ex., CRFB/88, arts. 225, 226, caput, 227 e 229; e Lei 8.069/90 – ECA –, arts. 22 e 33).
   O processo educacional abrange dois níveis que se complementam: formal e informal. Aquela corresponde à orientação escolar, e, nesse ponto, cabe  ao Estado o fornecimento de uma Escola Pública de qualidade e que estimule os alunos a aplicar, em seus cotidianos, os conhecimentos apreendidos nas salas de aula, e,  aos pais, promover a matrícula dos filhos e fiscalizar, de perto, o que lhes está sendo ministrado.

   A educação informal, por sua vez, está vinculada à formação moral, cultural, espiritual, de caráter e personalidade, e é nela que se adquire “os princípios que nortearão [o nosso] futuro, como a dignidade pessoal, a honestidade, a correção da conduta, o respeito pelo semelhante, a responsabilidade profissional, dentre outras virtudes” (Arnaldo Rizzardo). Daí a importância da correta formação do processo de socialização primária, ou seja, aquela inaugural, geralmente realizada pelos pais e formadora de toda a estrutura de valores do educando.
   Nesse passo, a Igreja Cristã pode contribuir para o alcance da educação integral, viabilizando o acesso da população aos valores preconizados na Palavra de Deus, dentre os quais,
 1) dar importância à família (Pv 22.6 e Pv 23.22-25), 
2) escolher o caminho do bem (Pv 4.14-19 e Rm 12.21), 
3) buscar a companhia dos sábios (Pv 13.20) e 
4) ter bons pensamentos e atitudes (Fp 4.8-9).

    Mas, afinal, o que isso tem a ver com os jovens? É o próprio Deus quem nos responde: “Ninguém te menospreze por seres jovem, mas procura ser exemplo para os fiéis na palavra, no comportamento, no amor, na fé e na pureza” (1Tm 5.12).
    Que sejamos, pois, com a ajuda de Cristo, não apenas leitores, mas exemplares praticantes da Sua Palavra (Lc 6.46-49 e Tg 1.22)!

 ganhei de presente do meu amigo virtual,Obrigada!
Antonio Carlos da Rosa Silva Junior. Bacharel em Direito, Especialista em Ciências Penais e em Direito e Relações Familiares, Mestrando em Ciência da Religião, Presidente do Projeto Desperta, Membro do Juristas de Cristo e da Coordenação Jurídica Nacional da FENASP, Professor, Escritor, Conferencista e autor do site www.direitoereligiao.com.br. Contato: acarlos_juridico@yahoo.com.br.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O que devemos pensar ao fazer uma EBF

O que devemos pensar ao fazer uma EBF

A primeira coisa que devemos pensar ao fazer uma EBF é qual o seu propósito.
A EBF deve fazer parte de um programa anual com as crianças.
E não ser o principal evento infantil do ano. O evangelismo e discipulado infantil eficiente é aquele que trabalha com poucas crianças por um ano inteiro, ao contrário de muitas crianças em apenas algumas horas, como é o caso da EBF. Então não pense que em uma EBF você ganha para Jesus uma criança. “Ganhar para Jesus” é um conceito que só poderemos observar ao longo de um ano trabalhando com as crianças.
Uma EBF tem brincadeiras, jogos, shows, comida e bebida e no final cada criança ganha um presente. Depois de tudo isso vem a pergunta mágica: quem quer aceitar Jesus! Claro que todas as crianças irão levantar a mão depois de brincar, comer e ganhar presentes. Imagine os ateus fazendo a mesma coisa e, indicando que Deus não existe, no final perguntam quem não quer mais acreditar em Jesus? Com certeza as mesmas crianças levantariam a mão. Não sou contra o apelo para que uma criança aceite Jesus. Só quero mostrar que o calor de uma EBF, com as brincadeiras, presentes e comes e bebes, não é um bom critério para você voltar para casa achando que ganhou um monte de crianças para Jesus. Faça a EBF e faça sim o apelo para aceitarem Jesus. Mas vá além, crie um programa para acolher estas crianças por um ano todo, se reunindo aos sábados para jogar bola e estudar a Bíblia. Ai sim começou a ganhar as crianças para Jesus!
O propósito de uma EBF deve ser proporcionar um momento de lazer com estudo bíblico para as crianças. Uma ação de impacto evangelístico. Mas temos que ir além do impacto e atuar no discipulado, no dia-a-dia, ao longo de um ano no mínimo. E é por isto que além da Escola Dominical nós estamos trabalhando um culto por mês com as crianças. Sendo assim teremos mais reuniões, pois precisamos marcar ensaios etc. trazendo a criança a participar o ano todo e reconhecer que realmente podem ser de Jesus.
 O propósito de uma EBF não deve ser ganhar crianças para Jesus, mas apresentá-las a Palavra e convidá-las para participar dos eventos da igreja. Caso você não tenha como acolher na igreja ou em um programa de evangelismo pelo menos algumas crianças que irão participar da EBF, não deixe de fazê-la. Mas tenha certeza que soltar um apelo para a criança aceitar Jesus e depois não dar continuidade por um discipulado não é uma obra completa.

2. Planejamento

Antes de pensar nas atividades em si faça dois resumos traçando pontos importantes e que ajudarão a definir as atividades com mais clareza.

2.1 Plano geral

Normalmente a primeira pergunta é sobre qual atividade vai ser feita. Mas esta deve ser a última pergunta. No final eu dou uma lista de sugestões com atividades. O motivo é simples, como vou saber quais atividades fazer se ainda não sabemos quem é a equipe e o público estimado e principalmente qual o espaço e o tempo para as atividades. Mesmo que você saiba as coisas de cabeça, ponha tudo no papel. Para o plano geral, responda quatro perguntas:

Quem é a equipe de trabalho?

Quem vai estar disponível no dia para a
EBF e antes para prepará-la. Não pense apenas nas pessoas que vão ficar diretamente com as crianças, mas quem vai ajudar com a compra e preparo do material ou os lanches. Explique que o tempo da equipe é importante antes e durante o evento, e não só durante. Defina os papéis de cada um combine tudo certinho. Normalmente uma EBF deve ter os seguintes papéis:
>Quem vai falar na frente: puxar as atividades, dar os avisos e falar na frente. Pode ser mais que uma pessoa, mas que fale um por vez e que tenha voz forte, mesmo se for usar microfone.

>Quem vai apoiar junto às crianças: estar entre as crianças controlando o silêncio, levado no banheiro e ajudando a formar filas, rodas, puxando torcida e com o foco exclusivo nas crianças.

>Quem vai ser apoio geral: são as pessoas que ficarão no trabalho dos bastidores com o material, o lanche, a segurança, e as atividades que não são diretamente com as crianças.
Não deve existir ninguém sem função e todos devem saber que é o coordenador a quem irão prestar contas.
Um lembrete importante é que ninguém deve ficar melindrado (chateado, frescuriti, bravinho) se for cobrado por não estar cumprindo o combinado. Por isso deixe tudo combinado de maneira clara com a equipe.
A equipe de apoio junto às crianças deve estar focada em quem esta na frente falando e no que esta dizendo. Se for hora das crianças ouvirem a equipe de apoio deve garantir o silêncio. Na hora de fazer torcidas, os tios do apoio devem ser os primeiros a animar. Se quem esta falando pede uma fila ou roda, a equipe de apoio deve ser quem esta junto às crianças agilizando o que foi pedido.

Qual o nosso público estimado?

Aqui você vai estimar quantas crianças e qual a faixa etária. Normalmente você já tem uma idéia e deve criar a sua programação
em cima desta estimativa preliminar. Calcule o número somando as crianças da igreja mais os convidados, depende muito da comunidade que você participa e como vai divulgar. Uma maneira de fazer uma estimativa aproximada é divulgar e pedir para as crianças fazerem uma inscrição gratuita, mas mesmo assim ainda é estimativa e esteja preparado para mais ou menos crianças.

Que espaço(s) tem disponível?

A
EBF vai acontecer na quadra, campo, templo ou estacionamento da igreja? Espaço coberto ou aberto. Visite o espaço e verifique os perigos como buracos, fios descascados, entulho, e outros possíveis locais que possam trazer risco as crianças. Prefira o chão de areia ou grama em vez de cimento para as atividades de corrida. Separe o local para os momentos com atividades com todas as crianças juntas e para os momentos que vai dividir as faixas etárias. As crianças perdem a atenção facilmente, então quando for explicar uma brincadeira ou contar uma história prefira um fundo neutro (muro, barranco, parede), pois qualquer coisa que passar atrás de quem estiver falando pode tirar a atenção das crianças. Isso serve para a equipe de apoio, que não deve ficar conversando enquanto um tio passa explicações ou conta uma história.

Qual o tempo total que iremos realizar o programa?

Quanto tempo vai ficar com as crianças na
EBF. A programação é uma parte do dia (manhã ou tarde), o dia todo, mais que um dia. Acerte o tempo total do programa com a equipe. Não esqueça que o tempo total da programação, para a equipe, inclui o tempo de preparo no dia, ou nos dias anteriores, e não só o tempo com as crianças na EBF.

2.2 Plano de atividades

Agora que já pensou no tempo total, vamos dividi-los em blocos. Mas ainda não vamos definir as atividades, apenas os blocos de programa. O tempo de cada bloco ou até a repetição de um dos blocos vai depender do tempo total da sua programação. Mas é importante que tenha pelo menos estes momentos que descrevi abaixo.
Antes da EBF

Bloco 0 – Preparando

Este é o momento, ou os momentos, antes da
EBF. Devemos considerar o tempo de compra e preparo de material, lanche, jogos, histórias, ensaio. A equipe deve chegar no mínimo uma hora e meia antes do começo no dia do evento. Inclua neste bloco um tempo de oração com a equipe e o preparo adequado do ensino bíblico seja história, teatro ou outra maneira de transmitir a mensagem. Use linguagem simples, boas analogias e não se esqueça de destacar alguns conceitos trazendo exemplos práticos. Por exemplo: se vai falar de obedecer aos pais (2 Tm 3.2) fale do dia-a-dia da criança quando os pais pedem para fazer lição de casa, não falar palavra e não brigar com os irmãos, tomar banho e dormir na hora certa. Pense em tudo antes, ponha no papel e se dedique ao preparo.

No dia do evento

Bloco 1 – Recepção e quebra-gelo

A recepção é o momento quando as crianças estão chegando e vocês darão as boas vindas, explicam o que vai acontecer e que horas vai terminar. Fale com os pais que porventura estejam por ali. Anote os nomes e endereço e telefone em uma planilha para posterior contato e coloque uma etiqueta (ou crachá) com o nome da criança. E chame as crianças pelo nome toda vez que se dirigir a uma delas, é para isso que serve o crachá.
Eu gosto de quebrar gelo cantando e dançando musicas infantis com as crianças. (musicas da Cristina mel, Ana Paula Valadão e outras)a brincadeira eu deixo por ultimo.Porque as crianças ficam muito agitadas.Mas você escolhe o que for melhor.
O quebra-gelo é uma atividade com todos juntos, pode ser um louvorzão ou algum outro jogo. Antes de ir para o próximo bloco, separe as crianças por faixa-etária, minha sugestão é 3 a 6 anos, 7 a 11 anos e 12 a 15. Crianças de 0 a 2 anos mais atrapalham que ajudam quando pensamos em jogos recreativos, então ou crie um espaço dedicado a eles, com alguns tios para coordenar, mas que os pais ou irmãos mais velhos fiquem com os bebês. Não se responsabilize por crianças desta faixa etária se não tiver um espaço e uma equipe adequada para bebês. E para os de 16 anos para cima, ou ponha para ajudar ou faça um programa especial para eles, mas ai já foge do formato de EBF.


Bloco 2 – Ensino bíblico

Agora sim é a hora de ensinar a Bíblia. Aqui você pode voltar a unir todas as faixas etárias
ou manter a divisão, depende do que pretende fazer. O ensino bíblico pode ser uma simples história destacando conceitos importantes. Pode ser teatro, dinâmica, fantoche, flanelógrafo ou multimída. E ainda pode ser uma dinâmica mais elaborada como o Quadro Cênico, peça de teatro como Ladrão da Alegria. O importante é que neste momento as crianças sentem e ouçam a Palavra. E que alguns conceitos sejam destacados levando as crianças à prática no dia-a-dia.

Bloco 3 Estudo em pequenos grupos

Esta é parte mais importante da
EBF. É quando a equipe vai sentar com as crianças para ouvi-las. No bloco anterior as crianças receberam uma mensagem e agora elas devem ser questionadas com perguntas como: Vocês entenderam a mensagem? Tem alguma dúvida? Como você pode aplicar em sua vida os conceitos que ouviu? E além de ouvir as crianças, os tios devem conduzir a conversa tirando as dúvidas e direcionando o foco da lição. Mas é um momento em que a equipe mais ouve do que fala, e no final ora com as crianças. O pequeno grupo deve ser de um tio para cada 8 a 15 crianças. Caso a sua equipe seja pequena, tente convidar mais pessoas para ajudar só na hora dos pequenos grupos.

Bloco 4 – Recreação e esportes

Com as faixas etárias separadas, cada equipe deve realizar atividades recreativas e esportivas como futebol, vôlei, queimada, taco ou polícia e ladrão. Estas são atividades simples e que todos conhecem. Se quiser inovar tente um Caça ao Tesouro.
Este deve ser o momento da brincadeira, da gincana, do esporte e principalmente do relacionamento entre os tios e as crianças. Não se preocupe em ter necessariamente, neste bloco, uma atividade com analogia bíblica. Invista na amizade com as crianças, divirta-se junto com elas, que depois na hora do ensino elas te ouvirão melhor e mais atentas.

2. Atividades

Os pontos 1 e 2 levam você a por tudo no papel, agora vamos definir as atividades. De preferências para o simples e prático, para os jogos que as crianças já estão acostumadas. Claro que pode inovar e fazer uma atividade mais elaborada, mas eu creio que o investimento maior é no relacionamento entre tios e crianças, e não em uma brincadeira super legal. Não adianta ter um jogo ou brincadeira especial se não vai se relacionar adequadamente com as crianças. Na impossibilidade de fazer algo espetacular algumas pessoas deixam de fazer algo simples, mas possível. Faça o que esta ao alcance de suas mãos agora.


Bloco 5 – Finalizando
Pode ter o do programa a competição “Grito de Guerra”. Pode substituir pelo versículo memorizado. Eu gosto mais
Os participantes serão informados na abertura da EBF que todas as classes (com exceção dos adultos) estarão competindo entre si da seguinte forma:
• Comportamento da classe no templo;
• Comportamento da classe em sala de aula que será observado pelos monitores;


Junte todas as crianças e de uma mensagem final sobre a importância do que aconteceu e principalmente sobre a continuidade do trabalho com elas, convide-as para o culto, reuniões.
Antes de encerrar dê um lanche e suco, entregue os presentes e faça um social com as crianças o grito de guerra e os pais batendo papo, perguntando o que acharam e motivando-as a continuarem frequentando as atividades na igreja.

PRIMEIRO DIA
Criação Perfeita - Dourado
14h  - Abertura no templo
– Receber as crianças com musicas infantis alegres
– Oração
– Tema, divisa, hino oficial 
- Grito de Guerra ou versículo para memorizar

– Divisão em classes
14,30 h  Atividades em classe
– Versículo para memorizar 
– Falando sobre a história Criação Perfeita - Dourado
– Fixando a história
- Recreação
- Lanche 
– Oração Final
15,30h  Retorno ao templo
- Louvor
- Avisos Convite para estarem na EBD
- Oração Final
- Grito de Guerra

• SEGUNDO DIA
Escuridão do pecado - página suja
 (PRETO OU CINSA, OU MARRON).
14h  - Abertura no templo
– Receber as crianças com musicas infantis alegres
– Oração
– Tema, divisa, hino oficial 
- Grito de Guerra ou versículo para memorizar

– Divisão em classes
14,30 h  Atividades em classe
– Versículo para memorizar 
– Falando sobre a história Escuridão do pecado - página suja

– Fixando a história
- Recreação
- Lanche 
– Oração Final
15,30h  Retorno ao templo
- Louvor
- Avisos Convite para estarem na EBD
- Oração Final
- Grito de Guerra
 - Se tiver gincana é nesta hora
– Oração Final

TERCEIRO DIA
Sacrifício perfeito de Cristo - Página vermelha
14h  - Abertura no templo
– Receber as crianças com musicas infantis alegres
– Oração
– Tema, divisa, hino oficial 
- Grito de Guerra ou versículo para memorizar

– Divisão em classes
14,30 h  Atividades em classe
– Versículo para memorizar 
– Falando sobre a história Sacrifício perfeito de Cristo - Página vermelha

- Recreação
- Lanche 
– Oração Final
15,30h  Retorno ao templo
- Louvor
- Avisos Convite para estarem na EBD
- Oração Final
- Grito de Guerra
 - Se tiver gincana é nesta hora
– Oração Final

QUARTO DIA
Perdão Divino - página Branca

14h  - Abertura no templo
– Receber as crianças com musicas infantis alegres
– Oração
– Tema, divisa, hino oficial 
- Grito de Guerra ou versículo para memorizar

– Divisão em classes
14,30 h  Atividades em classe
– Versículo para memorizar 
– Falando sobre a história Perdão Divino - página Branca

– Fixando a história
- Recreação
- Lanche 
– Oração Final
15,30h  Retorno ao templo
- Louvor
- Avisos Convite para estarem na EBD
- Oração Final
- Grito de Guerra
 - Se tiver gincana é nesta hora
– Oração Final

QUINTO DIA
Esperança de vida Eterna - página verde

14h  - Abertura no templo
– Receber as crianças com musicas infantis alegres
– Oração
– Tema, divisa, hino oficial 
- Grito de Guerra ou versículo para memorizar

– Divisão em classes
15h  Atividades em classe
– Versículo para memorizar 
– Falando sobre a história Esperança de vida Eterna - página verde

– Fixando a história
- Recreação
- Lanche 
– Oração Final
14,30 h  Retorno ao templo
- Louvor
- Avisos Convite para estarem na EBD
- Oração Final
- Grito de Guerra
 - Se tiver gincana é nesta hora
– Oração Final


(adaptado)não me lembro de onde peguei se for seu me avise

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Crianças e Adolescentes Instrumentos do Amor de Deus

enviado para mim pela amiga do blog http://trocaatividadesbiblicas.blogspot.com/





Vários são os exemplos de crianças que Deus utilizou como instrumento de Seu amor. Muitos acontecimentos bíblicos se devem ao chamado de crianças, tais como:
a) Isaque - o monte para onde seu pai o levou para o sacrifício tornou-se o monte do Senhor, pela submissão e fidelidade a Deus por parte de Abraão. Isaque conhecia o ritual do sacrifício e também recebeu, na ocasião, uma lição de fé quando perguntou sobre o cordeiro e Abraão lhe respondeu: Deus para si proverá o cordeiro (Gn 22:8)
b) José - Deus se revelava a ele através dos sonhos (Gn 37:9)
c) Samuel - ouvia a voz de Deus (I Sm 3:10).
d) Davi - o cantor que louvava a Deus com a sua harpa (ISm 16:22-23)
e) A Criadinha Evangelizadora - a escrava de Naamã que testemunhou e contribuiu para a cura de seu senhor (II Rs 5:2-3).
f) O menino sem nome - que tinha os pães e os peixes e deu-os para a multiplicação (Jo 6:9).
g) Jesus menino - no templo, discutindo com os doutores (Lc 2:46).
h) Timóteo - que ouvia atentamente os ensinamentos da Palavra por sua mãe e avó. (II Tm 1:5).

Estes são, sem dúvida, alguns exemplos de que, desde a infância, o Senhor já utiliza aqueles que farão parte do Seu rebanho, seja como líderes ou ovelhas.
A predestinação é para todos serem salvos. A vontade de Deus é que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade (I Tm 2:4). E por que não desde criança?


Levando Crianças e Adolescentes a Cristo




1. Importante Tarefa - Temos consciência plena da importância de evangelizar a criança e o adolescente. É uma das mais importantes tarefas colocadas nas mãos da Igreja de Cristo.

2. A salva e não-salva - Em qualquer grupo de crianças em que você for trabalhar, tenha em mente dois tipos de crianças: a salva e a não-salva. Isto porque “todo filho de peixe, peixinho é, mas nem todo filho de crente, crentinho é”.

3. Como levar uma criança a Cristo

a) Mostre-lhe a necessidade que ela tem da salvação (Rm 3:23).
b) Aponte-lhe o caminho da salvação (I Co 15:3-4).
c) Leve-a a receber o presente da salvação, (Jo 1:12).
d) Mostre-lhe, pela Bíblia, que tendo recebido a Cristo como Salvador, agora tem a salvação, (Jo. 3:36).


Considerações importantes



1. A finalidade de se trabalhar com crianças é oferecer-lhes três coisas essenciais:
a) Salvação: Passo importante. É a base da sua vida. A aceitação pessoal de Cristo.
b) Crescimento: Conhecimento da Palavra de Deus e o seu relacionamento com Cristo, para uma vida feliz.
c) Serviço: Sua vida diária de acordo com a vontade de Deus, agora trabalhando para Ele.

2. Pontos Importantes - juntando-se às três finalidade anteriores, sete pontos importantíssimos também devem fazer parte da mensagem do evangelho para atingir o objetivo desejado:
a) Atributos de Deus (amor, santidade, justiça, fidelidade...)
b) Jesus Cristo, o único e perfeito Filho de Deus (Jo 3: 16).
c) Todos pecaram (Rm 3:23).
d) Cristo morreu por nós (Rm 5:8).
e) Cristo ressuscitou e é o Caminho para Deus, (I Co 15:4).
f) O presente da salvação, (Jo 1:12).
g) O Espírito Santo - A companhia constante que Cristo enviou para nos ensinar e nos ajudar. (Jo 14:l6).


Apelo ou Convite


1. Não faça do apelo uma apelação. O apelo une a decisão da criança a Deus.

a) O momento certo:
b) O Espírito Santo vai lhe mostrar.

2. Normalmente, o apelo é feito no final, mas pode ocorrer em um momento ideal no meio de uma lição. Se isto acontecer, você deve fazê-lo.

3. Como fazê-lo:

a) De maneira clara, objetiva, usando poucas palavras,
b) Deve ser pessoal: “Você quer...?”, “Você aceita...?”.
c) Peça às crianças que desejam aceitar a Cristo que fiquem depois da aula para conversar com o professor.


Aconselhamento para o Crescimento Espiritual


1. É sempre importante conscientizar a criança que demonstrou desejo de aceitar a Cristo, levando-a ao entendimento da atitude que tomou, com urna conversa em particular.

2. Passos a seguir:

a) O momento é solene, e a criança tem que saber disso.

b) Não importa a idade,
· Não fale demais,
· Não estimule sentimentos como medo, pressão, emoção, etc.,
· Não faça comparação com outra criança que aceitou.
· Não faça do apelo uma apelação. O apelo une a decisão da criança a Deus.

c) Pergunte delicadamente
· Use linguagem simples.
· Mostre na própria Bíblia o que você quer dizer,
· Permita que a criança faça sua própria oração.

d) Explique o que quer dizer pecado (a criança não tem noção do que seja).

e) Explique o que quer dizer salvação.

f) Explique que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, que nos leva a Deus Criador.

3. Fases do Aconselhamento:

a) Decisão
· Como você se chama? (para a criança recém-chegada)
· Você gostou do que ouviu?
· O que você ouviu que a levou a ficar depois da aula?
· Você sabe o que Deus promete àqueles que crêem em Jesus como o seu Salvador?
· Você quer pedir ao Senhor Jesus que a salve agora mesmo?
· Você quer orar sozinho, ou quer que eu a ajude? (Essa oração é importante porque conscientizará a criança dessa atitude solene. Caso ela não queira orar sozinha, porque na maioria das vezes pode-se sentir envergonhada, ore com ela de forma simples, pedindo-lhe que repita, conforme as palavras forem sendo ditas. Ex.: “Senhor Deus, eu sei que sou pecador e fiz muitas coisas erradas, mas estou arrependido e reconheço que o Senhor Jesus pode-me salvar, pois morreu na cruz por mim e ressuscitou para me perdoar. Senhor, entra na minha vida e torna conta de mim. Escreve o meu nome no livro da vida. Em nome de Jesus. Amém.”




b) Verificação


· O que você acabou de fazer?
· Com quem você acabou de conversar?
· O que você pediu?
· Você tem certeza de que Ele a salvou?
· Se a criança tem dúvidas, consulte Rm 10:13,
· O que Deus promete em Sua Palavra?
· Deus pode mentir?
· Você acredita que Jesus é o Salvador?
· Você é salvo? Temos certeza através da Palavra de Deus. (Rm 1O:13)


c) Segurança da salvação


· Quando alguém perguntar: Você e salvo? O que você irá dizer?
· Se alguém perguntar: Como você sabe que está salvo? O que irá dizer?
· Resposta correta: Eu sei que sou salvo porque a Bíblia diz, e ela é a Palavra de Deus. Eu creio na Sua promessa de que sou Seu filho
· A segurança da salvação tem que ser baseada na Palavra de Deus e não no que a criança pensa, ou no que diz o conselheiro.
· Se você pecar, continua salvo? (geralmente a criança diz não)
· E necessário explicar que ela não perde a salvação.
· Temos que ensinar-lhe a pedir perdão.
· Aceitando-se a Cristo uma só vez, verdadeiramente, é suficiente para a vida toda. (Hb 13:5).
· Quando houver pecado, o que deve ser feito é pedir perdão, para continuar sendo salvo.


d) Vitória sobre o pecado


· Quando pecamos. Deus fica alegre ou triste?
· Não devemos pecar nunca. Não podemos amar o pecado.
· Quando pecamos, devemos confessar, ou seja, contar o pecado, e deixá-lo, pedindo perdão a Deus, em nome de Jesus, e Ele perdoará, (I Jo 1:9, 2:1).


e) Crescimento


· Você e salvo agora o Senhor quer que você cresça no conhecimento dele.
· Lendo a Palavra,
· Orando,
· Testemunhando (contando aos outros sobre Jesus, participando da igreja onde você aprenderá mais da Palavra de Deus).


4. Mensagem Simples


A mensagem de salvação é simples e deve ser aplicada com toda a sua simplicidade. Os ítens básicos são os seguintes:

a) Deus e o nosso Criador. Ele e santo, justo e ama você e a mim.

b) Você e eu pecamos

c) Deus nos amou tanto, que mandou Seu Filho Jesus para nós. Ele nasceu um bebê como você e morou com os homens (seu pai e sua mãe).

d) O Filho de Deus, Jesus, morreu numa cruz para que o Seu sangue nos desse a salvação do nosso pecado.

e) Ele não ficou morto, mas ressuscitou e foi para o céu como Senhor de todas as coisas.

f) Você pode recebê-lo como Salvador.




Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem no Seu nome, (Jo 1:12).



Extraído da Apostila para Treinamento de Professores de Classes Infanto-Juvenis Dijap Geral